Na história o filho mais novo de um milionário candidato a um cargo público se envolve num incidente acaba entrando para a polícia, apesar da resistência da detetive líder da equipe.
O kdrama tem uma boa sacada ao brincar com um preconceito que quase todos nós temos de achar que o filho de um rico não serve para nada por ter tudo que consideramos importante, ainda mais se for belo fisicamente. E no começo o um jeito divertido e arrogante do protagonista provoca uma certa aversão nos companheiros de equipe, menos no detetive mais jovem.
Li um comentário na internet que esse kdrama lembra a série Castel. Eu já acho que o protagonista seria o Bruce Wagner com mais senso de humor e diversão que por acaso nasceu na Coreia Sul. Acho até que o ator faria uma boa versão coreana do Lupin.
Durante a série o protagonista vai percebendo que tem muito talento para detetive e que seus contatos e dinheiro ajudam muito também.
A protagonista feminina é uma ótima detetive, cujo pai foi acusado de receber suborno e expulso da polícia. Nos primeiros episódios, achei que ela seria aquela personagem feminina implicante e dona da verdade (chata), mas depois fui gostando dela.
Gostei de relação entre os protagonistas, que para mim, têm mais uma relação de amizade e até de irmãos do que de romance. O único casal real é o um dos detetives e a médica legistas e um casal muito bom, em minha opinião.
Outra coisa legal da série é que ela episódica, então não enrola muito para resolver os crimes.
No caso que aparece nos últimos capítulos, explica algo do passado do protagonista e tem uma reviravolta bem chocante e uma morte que eu achei bem triste. Mas no geral é uma série bem divertida.
Já saiu a segunda temporada que eu pretendo ver assim que ficar pronta.

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